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Júri popular condena réu confesso a 14 anos de reclusão


Hoje pela manha aconteceu o Júri popular na Câmara municipal de Nhamundá envolvendo o réu confesso Roberto da Silva Costa, acusado de ceifar a vida do empresário Paulino da Costa Guerreiro Filho “o Guerreiro” na madrugado do dia 19 de fevereiro de 2012 as 2:30 da madrugada.

Sob o olhar da juíza Dra. Vanessa Leite Mota e da promotora Dra. Elisandra Leite Quedes, os advogados de defesa e acusação Dr. Monte Júnior e Dr. Fábio Castelo Branco respectivamente, onde os sete jurados escolhidos para compor o conselho de sentença estavam postos a traçar o destino do réu.

A meritíssima Dra. Vanessa Leite Mota primeiramente ouviu as testemunhas Carlos Fábio, Eduardo Guilherme, o militar Erivan Brito Assunção e Quilmer de Souza onde só fortalecia as evidências de crime consumado pelo réu Roberto da Silva Costa. Ouvido as testemunhas foi chamado o réu onde foi perguntado das várias situações relacionado ao crime. O acusado disse que na madrugada do dia 19 de fevereiro de 2013 saiu com uma faca a procura do nacional Alexandre “o Chulepe” em sua casa no final da rua Afonso de Carvalho, que o recebeu com um terçado e saiu em disparada em uma moto vermelha e que ao passar em frente ao ginásio Edney Rocha deparou- se com a vítima “O Guerreiro”. O réu alegou que deu oito estocadas fatais com uma faca na vítima por ter se negado a devolver uma certa quantia em dinheiro relacionada a droga.

Ao ser perguntado pela Juíza Vanessa Mota se ele confessa ter praticado o crime, Roberto da Silva Costa confessou.

A representante do Ministério Público Dra. Elisandra Leite Quedes e o advogado de acusação Dr. Monte Júnior foram enfáticos nas evidencias de materialidade do crime. O advogado de defesa do réu Dr. Fábio Castelo Branco se esforçou ao máximo na defesa de seu cliente.

Por unanimidade do Conselho de sentença formado pelos sete jurados o réu foi condenado pelos cinco quesitos em questão.

A meritíssima Vanessa Mota leu a sentença, onde o réu Roberto da Silva Costa vai cumprir a pena de 14 anos de reclusão em regime fechado no presídio da cidade de Parintins.  

OBRIGADO PELA VISITA!