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Três executivos da Arxo, presos na 9ª fase da Lava Jato, deixam a prisão

Decisão da Justiça liberou os presos da Arxo
nesta segunda-feira (Foto: Reprodução/RPC)
Os três executivos da empresa Arxo, presos temporariamente na 9ª fase da Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), deixaram a carceragem na superintendência da corporação, em Curitiba, por volta das 20h30 desta segunda-feira (9). São eles: Gilson Pereira, sócio-proprietário; Sérgio Marçaneiro, diretor financeiro; e João Gualberto Pereira, um dos proprietários. Quatro pessoas foram presas nesta etapa da operação. Um deles continua preso.
O juiz federal Sérgio Moro expediu, no início desta noite, o alvará de soltura dos três. Na decisão, Moro determina o comparecimento deles a todos os atos do processo mediante intimação por qualquer meio, inclusive por telefone; que eles não deixem as respectivas residências por mais de 30 dias, nem deixem o país sem prévia autorização da Justiça. Sérgio Moro ainda diz que eles estão proibidos de manter contato ou intimidarem, direta ou indiretamente, a ex-funcionária da Arxo que é testemunha e prestou depoimento ao Ministério Público Federal (MPF).
Gilson Pereira e Sérgio Marçaneiro foram detidos na quinta-feira (5), dia em que a operação foi deflagrada. João Gualberto Pereira se apresentou na superintendência da Polícia Federal apenas na sexta-feira (6), pois estava nos Estados Unidos quando o mandado de prisão foi expedido.
A prisão temporária tem prazo de cinco dias, podendo ser prorrogada por mais cinco.
As prisões temporárias de Gilson Pereira e de Sérgio Marçaneiro venceriam nesta segunda. Já a de João Gualberto Pereira expiraria somente na terça-feira (10).
Já Mario Góes, suspeito de ser um dos operadores do esquema de pagamento de propina envolvendo a Arxo, está preso preventivamente – ou seja, sem data para ser solto. Ele se entregou à PF, na capital paranaense, no domingo (8), depois de ficar três dias foragido.

A empresa Arxo, de construção de tanques de combustíveis, tem sede em Balneário Piçarras, no Litoral Norte de Santa Catarina, é suspeita de estar envolvida em um esquema de pagamento de propina relacionada à Operação Lava Jato. Segundo a Polícia Federal, a companhia tem negócios com a BR Distribuidora.
Fonte: Thais Kaniak
Do G1 PR

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