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Cheia do Rio Madeira provoca aumento de 15% no preço da carne

A produção de carne do rebanno de corte das fazendas do Amazonas poderia ser uma alternativa diante da falta do produto com o problema da cheia que afeta Rondônia e Acre. Mas a atividade pecuária no Estado ainda é incipiente para atender à demanda interna.

Com 1,44 milhão de cabeças de gado, o rebanho do Amazonas não é capaz de abastecer o Estado, segundo a Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Amazonas (Adaf). “A produção local não chega a abastecer nem 20% do que é consumido no Estado”, avalia o chefe do Departamento Técnico da agência, Sandoval Pinheiro.

Na Região Metropolitana de Manaus, existem cerca de seis abatedouros em Iranduba, Itacoatiara, Manacapuru, além da capital. A produção desses locais abastece uma parte pequena da região. Os demais matadouros espalhados pelo Estado atendem aos próprios municípios do interior. Já uma boa parte do gado que se concentra em Boca do Acre sai do Amazonas. Segundo a Faea, 75% das carnes consumidas no Estado são importadas de outros Estados.

Para Leandro Hortêncio, a carne local tem sido importante no momento de falta do produto importado. “O que está segurando é a carne regional”, disse. O volume de carne importada no mercadinho, que normalmente fica na faixa de 50%, hoje está em apenas 15%. Já o proprietário da Vitello ressalta que a produção local não consegue abastecer nem 10% da capital.

A produção de carnes no Estado passa pelo crivo dos ambientalistas, pois a atividade implica em derrubada da floresta nativa para abrigar o rebanho. Já os pequenos produtores que criam os animais próximos da várzea também enfrentam as dificuldades com o regime das águas.
Fonte:D24

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